Citação

Teóricos e estudiosos da psicologia humana concordam com as grandes religiões: A vida nada mais é do que um hiato. O que fazemos dela, o sentido que damos para ela enquanto vivemos importa mais do que qualquer acúmulo de glória e riquezas materiais. (Ilma Silva,phD, Vallejo, California)



05 Junho 2009

45 Anos do Curso de Psicologia da PUC-Campinas

Fazer parte deste curso, ter sido educada em psicologia da forma como consta neste vídeo é uma honra. Pertencer aos anos 60 é uma glória... participar dos movimentos de estruturação do curso... uma experiência inenarrável. E estar presente em tão linda comemoração, delicadamente preparada pelos docentes e funcionários foi um deslumbre para o espírito.
Noeliza - turma 4 (1968-1972)

03 Junho 2009

Terapia pelo Movimento

Por Dra. Cristina Sales

Partindo do pressuposto de que há uma relação de interdependência constante entre o ser humano e seus movimentos, na medida em que é através da nossa postura, dos nossos gestos, da nossa expressão corporal, do que (não) escolhemos como actividade física ao longo da nossa vida, que expressamos quem somos e contamos a nossa história, podemos concluir que cada corpo é como uma impressão digital: único, porque pertence a um ser único, com uma história única.

Ao longo desta história, muitas vezes os registos emocionais e físicos provocam adaptações, que por sua vez provocam desequilíbrios que se traduzem por: más posturas, diversas patologias ósteo-articulares, baixo índice de controle neuro muscular, indisponibilidade física, emocional e mental, desconforto, dor, baixa auto estima,etc..

Na Terapia pelo Movimento, buscamos “dialogar” com cada corpo de forma personalizada, para perceber as zonas de desequilíbrios e, sobretudo, para colocar o indivíduo a “dialogar” com o seu próprio corpo, através de movimentos que solicitem sempre a consciência corporal, para que este diálogo se processe, não de forma mecânica (por imitação/reprodução/repetição), mas de forma consciente, para uma verdadeira aprendizagem motora e activação das qualidades físicas de base.

Esta aprendizagem motora tem bases sólidas e “transfer” para os movimentos da vida e para outras actividades. Proporciona uma maior qualidade de vida e a mobilização do corpo não como um inimigo (que nos provoca dor e desconforto), mas como um verdadeiro aliado na gestão das solicitações da nossa vida diária e das nossas emoções.

A nossa abordagem assenta nos conhecimentos específicos técnicos e científicos da área da Educação Física/Motricidade Humana (Anatomia, Fisiologia, Cinesiologia, Biomecânica, Motricidade Infantil, Psicomotricidade, Gerontomotricidade, Teorias do Treino, etc.), bem como de conhecimentos complementares, provenientes de outros métodos de intervenção focados na consciência corporal e no ser humano como um todo, tais como os desenvolvidos por Joseph Pilates (Método Pilates), Ida P. Rol f(Rolfing), Leopold Busquet (Cadeias Musculares), David Servan-Schreiber (Anticancer), etc..

A sua aplicação é muito abrangente: desde stress, ansiedade, depressão, obesidade, baixo índice de massa muscular, rigidez muscular, má postura, disfunção no crescimento, limitações motoras da idade, patologias neuro musculares e ósteo-articulares,etc., até pessoas sem nenhum condicionante grave mas que queiram investir numa actividade física que tem como objectivo qualidade de vida a longo prazo.

Melhor postura, um corpo mais equilibrado(massa gorda/massa magra; força/flexibilidade), maior controle da mente sobre o corpo, maior consciência da respiração e do seu papel no bom funcionamento do corpo, mobilização articular, melhor coordenação motora, concentração, foco, domínio de si, confiança, auto estima, maior disponibilidade física, emocional e mental, são alguns dos benefícios de quem frequenta a Oficina do Movimento.

Da mesma maneira que a nossa história constrói o nosso corpo, na Terapia pelo Movimento acreditamos que o nosso corpo também pode ser accionado para reconstruir a nossa história.

Na Oficina do Movimento, construímos com cada um, de forma personalizada, um corpo mais harmonioso, equilibrado e feliz.


Meus Comentários


Desde o inicio de minha vida profissional tenho verificado a importância da consciência corporal através do movimento. Com os ensinamentos de Varda Dascal (Art and Movement Therapy) pude trabalhar com pacientes psiquiátricos nos anos 70. Naquela época atendiam-se pessoas portadoras de várias 'doenças'. Em especial preparei e realizei um trabalho no hospital Cesário Motta, em Piracicaba (hoje inexistente)com pessoas que seriam atualmente diagnosticadas na psiquiatria tradicional como esquizofrênicos, portadores de bipolaridade, ritmopatias, retardo psicomotor e ou intelectual. Depois, atraves da técnica 'O Movimento Como Metáfora'trabalhei com cuidadores(as) e crianças com ritmopatias e transtorno de déficit de atenção. Atualmente estou desenvolvendo novamente este projeto com pessoas de diagnóstico atípico e suas famílias.
Leia mais:
O Movimento Como Metáfora O Movimento Como Metáfora Noeliza Pesquisa - publicada
Terapia Pela Dança e Movimento Supervisão: Varda Dascal - Tel Aviv. Trabalho de Mestrado em Psicologia PUC-Campinas, atualizado.

Corrigir endereço eletronico de publicação: http://tesseract.sites.uol.com.br
Informações : ngroupsy@yahoo.com

17 Maio 2009

Revendo a epistemologia da psicologia


Todos os direitos reservados de Guiwolvie
http://www.flickr.com/photos/guiwolvie/2945424728/

20 Abril 2009

E os(as) aposentados(as)... Óoo

Aqui em Campinas estamos lutando contra as decisões do governo reduzindo a aposentadoria (para aposentados(as) e futuros aposentados(as).
Envio mensagem que recebi. Se concordar, circule pela net. 'Hay que tener pelotas'...

"Vamos todos entrar em contato com o telefone 0800 619 619, opção 1 e
dar nosso apoio ao Projeto de Lei nº. 3299, cuja proposta garante a
aposentados e pensionistas, a recuperação do poder aquisitivo à época
da concessão do benefício, por meio do sistema de reajuste. O projeto
já foi aprovado pelo senado e ainda não foi para a câmara.
Acompanhemos.

Como todos sabem, mesmo contribuindo pelo teto máximo, as
aposentadorias vão ficando defasadas, ano a ano, devido,
principalmente, ao reajuste diferenciado que o governo dá ao salário
mínimo e contribuições do pessoal da ativa e aos aposentados, com
reajuste sempre insignificante para estes últimos.


Isso resulta, ano a ano, numa enorme defasagem para todo aquele que
sempre contribuiu com o teto máximo, se aposenta pelo teto máximo e
nunca mais consegue receber pelo teto máximo.


Assim, vamos nos unir e telefonar para o 0800 619 619, opção 1.
A atendente irá solicitar alguns dados e, a seguir perguntar qual o
assunto.
Basta solicitar que a Lei 3299 seja aprovada. A mensagem pode ser
encaminhada para deputados que você queira indicar, a três estados ou
às bancadas de até três partidos.
http://www.camara.gov.br/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=391382

Não deixe de se manifestar. Existem pressões para o presidente Lula
vetar a lei, se for aprovada.
Façamos uma corrente de cidadania."

19 Março 2009

Sons dos anos 60

17 Março 2009

Mulheres.. outros tempos

MULHERES, MULHERES...

Nelson Vitiello *

Encontrei-me outro dia com o amigo Bastos, que veio a São Paulo cuidar de uns negócios. No esperável chope que resultou desse encontro ocorreu o inevitável papo masculino sobre mulheres. Chorei em seu ombro o fora que levei da Lili e ele contou-me de sua maravilhosa vida com Vitorinha. Depois de cumprido esse ritual, começamos a falar (bem, é claro) das mulheres em geral e da difícil situação atualmente enfrentada por elas. O que reproduzo a seguir é, mais ou menos fielmente, um resumo das doutas e etílicas considerações que tecemos, entre goles de chope.

De início, salta aos olhos que as grandes inimigas das mulheres são elas mesmas. Apesar de não se cansarem de nos acusar de machismo (o que é uma óbvia verdade), não conseguem perceber que grandes machistas, são atualmente ... as próprias mulheres. Claro! Quem, senão a mãe, ensina aos filhos que macho que é macho não chora? Quem diz às filhas que "menina boazinha" não faz isso ou aquilo? É forçoso reconhecer que as mulheres são ao menos cúmplices, senão as grande transmissoras, daquilo que se convencionou chamar de "papel sexual" e, portanto, do machismo. Além disso, não é experiência incomum que nós, ginecologistas, ouçamos de mulheres que nos procuram a afirmativa de que tratavam-se com uma médica, mas resolveram nos procurar (nós, médicos homens) para uma cirurgia, pois não confiam em mulheres!

O conceito comumente difundido de "mulher moderna" é bem uma prova da enrascada em que nossas contemporâneas se meteram.

A tal mulher moderna, no conceito usual, é a mulher que tem uma carreira profissional, zela pelos filhos, administra a casa, está atualizada quanto aos fatos da vida, entende de economia e de política, tem conhecimentos, tempo e disposição para auxiliar os filhos em seus deveres escolares, veste-se bem, está sempre bem cuidada e é uma perfeita anfitriã, além de ter uma conversa culta e interessante. Devem ser também, para os maridos, boas esposas e amantes interessantes. E é óbvio que, se o Júnior tiver febre as 7:00h da manhã, quem vai ficar em casa cuidando dele é sempre a mulher, nunca o marido, embora os homens também sejam razoavelmente capacitados p'ra contar as 20 gotinhas de analgésico necessárias.

Escuta-se eventualmente algumas amigas contarem, com evidente orgulho, que o marido ás vezes ajuda na lavagem de pratos, ou até (maravilha das maravilhas!) ajuda a trocar as fraldas do bebê! Como se eles não sujassem pratos ou como se o filho não fosse também deles!

Em resumo, a divisão de tarefas ainda está longe de ser a ideal. Além disso, a imagem passada como a esperável, até (e principalmente) pelas revistas femininas, é a de uma "super-mulher". Fica evidente que ninguém é tão perfeito assim; no entanto, a constatação dessa "falha" deixa uma certa frustração, mesmo para as mulheres mais bem resolvidas.

Claro que, dizendo isso, não estou defendendo a ancestral submissão, nem a volta das mulheres ao "presídio" do exclusivo e embrutecedor trabalho doméstico, alheando-se do mundo, envelhecendo precocemente e se transformando em pessoas amargas e de pouco interessante convívio.

Claro também que não inocento os homens de culpa, pois isso seria uma grande injustiça. O que estou querendo dizer é que, apesar de tudo, a situação das mulheres ainda não é tão boa e que o tempo mostrou que não bastava às mulheres, para alcançar a felicidade, sair de casa e arranjar um emprego. O que fica patente é que as mulheres não conseguiram se libertar dos afazeres domésticos e, de quebra, arrumaram mais trabalho fora do lar. E trabalho frustrante, pois mal pago e pouco reconhecido, por vezes até mesmo pelas próprias mulheres.

De fato, a situação em que a maioria das mulheres de hoje se encontra não é nada invejável. Criaram-se novas expectativas e novas necessidades que não estão sendo adequadamente cumpridas. Mesmo sem querer forçar os ponteiros do tempo para trás, é forçoso reconhecer que a "evolução" que as mulheres conseguiram, com tanta luta, aparentemente não está trazendo mais felicidade, ao menos para a maioria delas. Em tom de saudosismo jocoso, contei ao Bastos como era organizada minha família, até 2 gerações atrás. O "chefe" do clã familiar, nominalmente, era o velho Anunciato, meu avô. No entanto, que mandava mesmo, quem punha e dispunha, era a "nona" Carolina. Nada, absolutamente nada de importante era feito sem seu conhecimento e sua aprovação. Formalmente, para uso externo, ela apenas apresentava aosfilhos e netos a vontade do marido; na realidade todos sabíamos que quem mandava mesmo era ela. Recordo-me inclusive de que uma vez em ela chamou meu pai e disse: "Teu irmão está com dificuldades e por isso você vai pagar a escola dos filhos dele este ano, está bem?" E meu velho, habitualmente tão teimoso e discutidor, nem piscou: "Claro, Nona".

Evidentemente, nos dias de hoje, seria descabido querer fazer renascer figuras de matriarcas assim, que se contentavam em mandar sem aparecer. A época é outra, as pessoas são outras e as necessidades individuais e sociais são completamente diferentes. No entanto, respeitadas as devidas proporções, acho que nona Carolina, apesar de tudo, teve uma vida mais feliz do que a de muitas executivas que conheço.

Pobres mulheres, concluímos. E além de tudo isso, elas ainda tem que nos aguentar!

* Nelson Vitiello, médico, ginecologista, ex - presidente da Sociedade Brasileira de Sexualidade Humana – SBRASH (http:// www.sbrash.org.br). E- mail: sbrash@sbrash.org.br .

Palestrante convidado em congressos médicos e palestras de inclusão social / gênero

Pessoa especial – a gente sempre sabia que logo iria ouvir uma risada, um estímulo ou receber de certa forma este calor humano que faz parte de sua natureza. Obrigada, Nelson.

Permitido pelo autor, republicado In Memorian


03 Março 2009

Psicossoma & Espírito

Devido ao meu interesse por psicossomática, tenho estudado o que se chama de: doenças do espírito. Em um paralelo, seria este uma fonte de energia vital.
Sem esta energia, ou élam vital em medicina, metabolizamos os alimentos de forma inadequada, e os nutrientes se perdem. Com isto chegam as infecções oportunistas e as doenças.
Tratamentos a parte, decidi investigar melhor a questão.
Na busca do google acadêmico encontrei pouca coisa.

Um artigo chamou-me a atenção, para entender na fé o que significa.
Inteire-se do assunto lendo os artigos com o marcador psicossomática.

Breve degustação:

“FILHO DO HOMEM, PÕE-TE EM PÉ, E FALAREI CONTIGO.” (Ezequiel 2.1). Ah, como carecemos de ouvir Deus falar conosco! Em meio a tantas vozes que escutamos a voz de Deus é uma necessidade premente para nós ouvirmos. Contudo, precisamos estar de pé para que Ele fale conosco. O Amigo sabe como está a postura daqueles que lêem esta página neste dia. Como foi o seu final de semana? Esteve de pé e pode ouvir o Senhor falar consigo ou sequer teve ânimo de levantar a cabeça, voltar os olhos para cima a fim de ouvir o que o Amigo tem para falar ao seu coração? O nosso adversário tenta de todas as maneiras nos deixar prostrados, sem forças e sem alento, pois quando estamos nesta situação nossa defesa espiritual fica minada, a ponto de corrermos o risco de ficar doentes.

Clique aqui para ler na íntegra

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