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segunda-feira, abril 13, 2015

Resumindo o que temos para dar

Pessoas  se perdem entre tantas sugestões e filosofias. as redes sociais não atendem as expectativas de quem busca algo sólido e perene, notadamente confiável. Proliferam anúncios de cursos, palestras, ofertas razoáveis de serviços e também algumas `sem noção`. A vida não é complicada. Temos de ser pontuais e com isto quero dizer`temos de ir direto ao ponto`: . O relacionamento que mais fideliza é ainda o pessoal, Pessoas gostam de serem bem tratadas, atendidas, queridas, notadas e procuradas.  É necessário genuinamente gostar de pessoas para se viver com elas. A solidariedade faz parte de nossa caminhada tanto quanto a palavra que consola, a informação que é solicitada, a resposta da pergunta que foi feita. Isto é solidez e traz confiança. Em uma época tão fluida plena de descrédito, um valor existe e persiste no coração de todos: o  dever retamente cumprido.  Na família, no trabalho, em todos os círculos onde trafegas, faça como podes, dando seu estímulo, afeto, conhecimento e reconhecimento sabemos que todos somos chamados a ação eficaz, dando testemunho de que nossa presença é assegurada àqueles seres que estão no nosso caminho. Boa sorte!

quarta-feira, fevereiro 11, 2015

Festejando a vida com amizade

A alegria entre pessoas é a maior riqueza da vida. Por mais que amealhemos conhecimento e sabedoria, esta experiência aprofunda nossa existência.



quarta-feira, fevereiro 04, 2015

Sinto vergonha...

Quando se fala que sente vergonha, precisa verificar que a mesma não se refere somente a rubor, medo de se expor. Atinge várias áreas da conduta. Algumas queixas de mau desempenho em área sexual também podem estar relacionadas a vergonha, um sentimento discreto e muita vezes inconsciente até para o psicoterapeuta. A autora fala de uma forma fácil de entender acerca do assunto. Recomendo.
 

A Vergonha. De onde vem?

Autor: maria de fatima jacinto
O que acontece quando você briga feio com seu parceiro ou parceira? Ou quando você se desentende com seu sócio ou chefe e fica um clima muito ruim entre vocês? Quando você recebe uma critica negativa pesada de um superior, o que você sente?
Quando, por exemplo, passamos por essas situações acima, podemos tocar sentimentos de insegurança, inadequação ou vergonha.

Nossa reação automática é fugir das pessoas, nos esconder, chorar as nossas dores ou mesmo entrar imediatamente em uma compulsão ou vício – socialmente aceitável ou reprovável. Queremos esquecer que existimos.

As sensações que vêm junto podem ser de encolhimento ou peso, uma profunda insegurança ou um sentimento de vazio. Algo que não sabemos de onde vem nos puxa para baixo.
Os pensamentos nos acompanham dizendo que "eu não vou conseguir"; "não sou bom o bastante"; "todos são melhores do que eu"; "não sou atraente"; "sou um covarde"; "ninguém nunca vai gostar de mim" ou uma grande gama de crenças negativas.
Esses são sintomas do que chamamos de "ferida da vergonha".
Todos estes sentimentos que compõem a ferida da vergonha estão dentro de nós há muito tempo. Eles podem ter surgido através do maltrato dos nossos pais, reprovações, falta de apóio ou até mesmo através de violências e abusos por parte dos que nos educaram.
Nossa primeira reação quando vivemos esta ferida é tentar provar que somos exatamente o oposto disso. Esforçamos-nos para sermos os melhores. Queremos provar para os nossos pais e sociedade que somos capazes e podemos fazer algo de bom da nossa vida. Queremos obter sucesso, respeitabilidade e atenção.
Quando não conseguimos o que almejamos nos sentimos deprimidos e fracassados. Neste momento submergimos na ferida da vergonha. Começamos, então, a acreditar que somos as piores pessoas do mundo. Apesar de tudo o que fizemos nada deu certo. Tudo deu errado. Sentimos-nos péssimos. Temos certeza que nunca seremos felizes e realizados.
Algumas pessoas quando caem na ferida da vergonha, desistem dos seus projetos de vida e submergem no poço da depressão. Acham-se impossibilitados de reagir e resignam.
Reconhecer e aceitar todos esses sentimentos são os primeiros passos para curar a ferida da vergonha.
A cura dessa ferida passa por reconhecer e acolher a criança emocional que existe dentro de cada um de nós.
Você se identifica com alguns dos sentimentos acima?
Então, aproveite este momento agora, feche os olhos, respire algumas vezes, relaxe e se transporte para sua infância. Traga todas as memórias de experiências, nas quais você se sentiu humilhado, criticado, colocado para baixo, não ouvido, não apoiado. Talvez você se sentisse um estranho na sua própria família.
É muito possível que essas experiências venham acompanhadas por sentimentos de medo, insegurança, raiva ou diversos outros sentimentos.
Neste momento respire no centro desses sentimentos. Diga "sim" para eles. Eles são as feridas da sua criança interior.
A criança ferida é uma metáfora que damos ao nosso estado emocional doente e desequilibrado.
É importante compreender que criança não quer saber de explicações como: "... mas isso era o que meu pai e minha mãe podiam me dar naquele momento"; "eles fizerem isto pensando no meu bem"; "eles não tiveram estudo nem educação, por isso agiram assim".
Todas essas explicações não têm nenhum significado para a criança interior ferida. Quando ela experenciou pela primeira vez esses sentimentos, ela era inocente e indefesa. Ela era cem por cento sentimentos. E a linguagem que ela reconhece hoje é somente o sentir-a linguagem do coração.
Então, se deixe sentir toda a vulnerabilidade e insegurança deste momento. Não justifique, nem tente fugir. Respire e esteja alerta.
Este é o momento em que a criança interior adquire confiança e se aproxima de você. Ela quer ser reconhecida, resgatada, acolhida, respeitada e acima de tudo a sua criança interior quer ser amada.
Resgatando a criança interior ferida
Aproxime-se mais da sua criança e diga: "Sei que estive muito tempo longe de você. Mas agora estou pronto/a para lhe acolher. Quero ouvir tudo o que você tem para me dizer e espero poder fazer algo para que nos aproximemos".
E aguarde...
Talvez ela fique temerosa para falar de princípio. Dê um tempo para ela. Lembre-se de que o tempo emocional é bem mais lento do que o tempo psicológico.
O que quer que ela diga ou pergunte, responda com o coração. Lembre-se: criança interior fala somente a linguagem do coração. Ela talvez responda através de sons, imagens ou movimentos corporais. Se isto acontecer, siga estas indicações. Aos poucos um elo irá se formando entre vocês. Uma amizade nova estará nascendo.
Lembre-se que a criança ferida só precisa do seu acolhimento e do seu amor. Isto é tudo o que ela quer e isto é o que é necessário para começar um processo de cura e resgate dessa parte essencial do seu ser.
Nossa criança interior é o que há de mais sagrado em nossa vida. Ela é a expressão sublime da inocência, pureza e amorosidade do nosso ser.
Fazer as pazes e resgatar nossa criança é começar a viver com o que há de mais profundo e significativo dentro de nós. Postado por UMA MULHER
Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/auto-ajuda-artigos/a-vergonha-de-onde-vem-3705509.html
Perfil do Autor


terça-feira, outubro 14, 2014

Para psicólogos(as) 30 horas manifesto



SinPsi - Sindicato dos Psicólogos do Estado de São Paulo



A jornada de 30 horas de trabalho está sendo tramitada em Brasília. Abra o link e envie seu apoio.


terça-feira, setembro 23, 2014

Como achar um namorado - Receita?

Uma amiga perguntou-me isto. Fiquei sem saber o que falar e prometi escrever algo a respeito. Meu palpite geral seria : ''Sei lá, nem sei como arrumei'... O caso é que gosto muito dela e depois vejo tantos posts a respeito, não custa pensar a respeito.Pode ser que ajude efetivamente a alguma mulher. Especificamente mulheres de cinquenta, que só tiveram uma união significativa, e criada a moda antiga, com alguns lances de timidez.
Hoje esta amiga já encontrou alguém e está contente,experimentando um relacionamento saudável, sem cobranças. Acha até estranho ser assim.
Havia antigamente tantas proibições em se sair com homens que a mulher ficou meio sem repertório comportamental quando `paquerava`alguém. E apos os anos 70, veio aquela coisa de amizade colorida, que nos anos 90 foi rebatizada de ficar. Mas nos anos 70 era ruim, porque o `amigo` nao era muito íntimo e nem sabia o que as mulheres sentiam de verdade. Sentiam-se coisificadas, tipo acessório de loja chin-frin.
Na verdade a mulher tinha dificuldade em pedir diretamente o que queria. Era uma proibição interna, afinal fomos meio hipnotizadas pela cultura social da época, conformadas a respeito do comportamento masculino. Bem como Marta Medeiros  escreveu: doidas ou santas. Portanto amor era e acho que ainda é difícil, e o casamento já disse nada tem a ver com amor ou paixão. Mas namoro é diferente, é um momento passageiro que traz calma e carinho. E isto é o que minha amiga sente hoje. E um relacionamento assim, oras, claro que vai durar. Porque quem achava que o importante é `que seja intenso enquanto dure`era nosso querido poeta Vinicius de Moraes, não certamente a mulher. Mas hoje... a mulher jovem acho que já pensa mais na duração do emprego, ou não?

Noeliza
P.S. Comentem, preciso saber a quantas anda esta questão.

Citação

Jung: ...A vida nada mais é do que um hiato. O que fazemos dela, o sentido que damos para ela enquanto vivemos importa mais do que qualquer acúmulo de glória e riquezas materiais.