Muda-se a cada instante. E nestas passagens, vai se adquirindo aos poucos,com esforço e um pouco de sorte, a humanidade possível. Posto neste espaço reflexões, notícias de psicologia, relacionamento, e andanças pela jornada da vida.
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sexta-feira, outubro 31, 2008
Cultura básica
sexta-feira, outubro 24, 2008
Amélias ainda...
7 'Amélias e a mesma tragédia Psicóloga desnuda em livro o universo psiquicamente desestruturado de mulheres que convivem com a violência doméstica ; autora constata que "equilíbrio neurótico" conduz à perpetuação de um "vínculo sadomasoquista"
Sete mulheres e um terrível destino. Esse foi o ponto de partida para a psicóloga Lucélia Braghini, doutoranda do curso de Saúde Mental da Faculdade de Ciências Médicas (FMC) da Unicamp, na jornada que culminou num dos livros mais instigantes sobre violência doméstica já produzidos no Brasil. E tão honesto que, à revelia da histórica militância feminista da autora, acabou conferindo um relativo certificado científico à pérola da "sabedoria popular" até então só cultuada nos mais rudes botecos ou entre os fãs de carteirinha do cáustico Nelson Rodrigues: "Mulher gosta de apanhar". Porém, se os chauvinistas de plantão se sentirem tentados a buscar aí qualquer tipo de respaldo, podem desistir de folhear Cenas repetitivas de violência doméstica - um impasse entre Eros e Tanatos, lançado recentemente pela Editora da Unicamp (Coleção Teses).
Lucélia teve a coragem de se aprofundar nesse assunto tão polêmico – que, a grosso modo, até poderia ser tratado como "complexo de Amélia" – exclusivamente pela intenção de desvendar o mecanismo inconsciente que leva mulheres – não todas, mas muitas – a se manterem em situações conjugais onde agressões físicas e de outras ordens se verificam de forma crônica. Sem contar que, além do valor acadêmico, a obra, referenciada na teoria psicanalítica, esboça propostas terapêuticas para essas pessoas que, como ela classifica, "ainda não conseguiram firmar um contrato com a vida".
Ref. Jornal da Unicamp - Outubro de 2000, pag 12 e 13 - Calos Leme Pereira - Violência
sábado, outubro 18, 2008
Por que as pessoas sentem medo
A questão do medo envolve uma discussão biológica/psicológica.
O COMO não ter medo é entendendo que 'agir' é necessário. A paralisação da pessoa é o problema, porque condiciona-se uma atitude de não ação', que se perpetua.
Animar, incentivar, ajudam, desde que a pessoa em questão se permita viver a situação geradora do medo.
Deixo claro que falo de medo exagerado, e de coisas que não prejudicam fisicamente.
Som na caixa
terça-feira, outubro 14, 2008
Psicodiagnóstico de Grupos e Psicoterapia

Publicado anteriormente na Revista Tesseract, ISSN 1519-2415, todos os direitos reservados.
sábado, outubro 04, 2008
A Princesa que dormia
Desde sempre o ser humano se indaga: Quem sou? Qual o sentido da vida? '
Clique aqui para ler no original.
Conta a lenda que dormia uma Princesa Encantada a quem só despertaria um Infante, que viria de além do muro da estrada. Ele tinha que, tentado, vencer o mal e o bem, antes que, já libertado, deixasse o caminho errado por o que à Princesa vem. A Princesa adormecida se espera, dormindo espera, sonha em morte a sua vida, e orna-lhe a fronte esquecida, verde, uma grinalda de hera. Longe o Infante, esforçado, sem saber que intuito tem, rompe o caminho fadado. Ele dela é ignorado, ela para ele é ninguém. Mas cada um cumpre o Destino. Ela dormindo encantada, ele buscando-a sem tino pelo processo divino que faz existir a estrada. E, se bem que seja obscuro tudo pela estrada afora, e falso, ele vem seguro, e vencendo estrada e muro, chega onde em sonho ela mora. E, inda tonto do que houvera, à cabeça, em maresia, ergue a mão, e encontra a hera, e vê que ele mesmo era a Princesa que dormia (Fernando Pessoa - Eros e Psiquê)
Outros endereços:
http://conteudos.blogs.sapo.pt/7696.html
http://clioinsone.blogspot.com/2007/01/na-voz-de-bethnia-o-texto-de-pessoa.html
Citação
Jung: ...A vida nada mais é do que um hiato. O que fazemos dela, o sentido que damos para ela enquanto vivemos importa mais do que qualquer acúmulo de glória e riquezas materiais.
