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quinta-feira, abril 07, 2011

Um caso de sexo pós casamento




Estava lendo umas discussões abordando sexo no casamento formal,  fato comum. No caso dos homens, eles dizem que a mulher 'vive com dor de cabeça', rs. Há brincadeiras ofensivas ou não sobre as atitudes de ambos numa situação estranha como esta. Quando a mulher não é procurada pelo marido, a situação é diferente. Há receitas de comportamento, e muitos artigos a respeito, e as vezes esclarecedores..Sugiro que leia aqui e depois retorne a este blog.


Algumas considerações

POR QUE CASOU? CASOU POR QUE?

Pois é... tendo em vista que a atração física deve existir em um casamento, será que as pessoas não se deram conta disto?

As vezes procuram uma pessoa com tanto empenho, fantasiando que ele sim me ama, tem uma família, deve ser amoroso, os pais são dignos, é bom carater, nunca bebeu nem fumou, todos gostam dele, ee é um amor, um 'gentleman'... e por aí vai. Acha-se que o sexo vem com o tempo. LEDO ENGANO! O que não existia antes não vai existir depois. Pode no máximo ser uma vida sexual semanal, e será tolerada por pessoas antes virgens. Com o tempo a mulher vai se tocando de que falta uma alegria, um entusiasmo em sua vida. E vem as infindáveis terapias, as somatizações, as vezes panicos, fobias... depressão.

Se a mulher não era virgem, tinha tido experiencias sexuais gratificantes, sendo inteligente e querendo casar com este homem, deve tê-lo feito por outras razões importantes. ' Ela já sabia desde que o conheceu que não era muito dado a sexo, no entanto prenchia suas necessidades no momento, e poderia vir com o tempo 'o ardor' tão necessário na vida a dois : o que pode ser com dedicação e dialogo. Se isto não é levado a termo, torna-se infindável o desanimo, a falta de 'tesão' que se estende também na esfera profissional e vida de relação. E esta mulher sofre, e embora inteligente e culta, pode pensar que o problema é dela, talvez seja agressiva, independente (homem não gosta...), talvez ele se sinta humilhado com seu sucesso, e outras coisas mais. Vai a terapia, aos médicos, e o marido no 'bem bom' sem se tocar que há algum problema com ele, e se ofende se a esposa toca no assunto. E a mulher continua a viver neste marasmo, e com ele... Pode até achar um amante, mas tarde demais para abandonar o parceiro.Ou não...Mulheres ainda têm que romper com o que é certo, a famosa fidelidade, se quiser ter prazer casada com um homem aparentemente frio. Serão momentos fortuitos, caso sem futuro, porque os homens ainda ficam com as esposas

Que fazer a não ser prestar atenção as suas escolhas de início, pois casamento tira 'tesão' de qualquer um(a), mas tendo no início a afinidade sexual, a chama da paixão, pode-se sofrer sim, mas é bem animado!

Se você viver uma situação assim, fale com o esposo - uma vez por semana, durante 3 semanas. Se ele não tomar providencia (ir a um profissional de saúde) ou dizer claramente que não sente nada , talvez por ela ser a esposa, e por ter tido uma educação tradicional a respeito do casamento, juntos conseguirão melhorar.

Sabe, a saúde e a esperança diminuem muito quando não se é feliz. Vivemos basicamente 4 papéis, quando adultos: familiar (pais, filhos), de casal, profissional e amizades (colegas, amigos, vizinhos). Se um dos dois não está trazendo prazer já se caminha para uma depressão. Se tres não estiverem bem, já se é candidato ao sucidio *. O mais importante para a paz das pessoas envolvidas é o papel de casal. Ele interfere em tudo.

O comportamento humano existe a partir de um tripe: cérebro, mente(parte emocional), glândulas. Qualquer alteração mexe com a adaptação do indivíduo. Então sintomas são realmente sintomas, e os mais observáveis são os que surgem em formas de ação e reação.

* Kermann, Cecílio, MD, Instituto Privado de Psicologia Médica, Buenos Aires, 1980. Citação em aula.

Obs: Artigos e adverbios somente no masculino independem de sexo e gênero, é somente questão gramatical.

sábado, julho 31, 2010

Necessidades Humanas



Estava procurando coisas interessantes na internet e encontrei este assunto tão importante.Fiquei a cismar...
Uma vez ministrei um curso em uma escola espiritualista, a casa Mei Mei de Campinas. Oferecimento encantador de Leila, na época minha aluna na PUCC, hoje com seu esposo Tony,  baluarte da psicologia transpessoal. Em meio ao sentimento agradável que me oferecia o local, adentrei no assunto 'dar e receber', mais especificamente 'carinho' entre humanos. Estranho que naquela época o carinho, a misericórdia, a raiva, a tristeza, eram tão mal descritos ... e proibidos pela sociedade. A livre expressão das emoções, não! Não se podia falar disto. Tinha que ir com muito cuidade, pela cultura e também pela ciência. Não era la muito científico, não se podia provar, etc. e ministrar palestras em igrejas, ou instituições filosóficas, doutrinárias, era um assombro.

Falando então do assunto 'tabu', expus a Pirâmide de Masslow, teoria aceita em todas as abordagens psicológicas.  
Clique aqui

Interessante que na época, uma assistente me perguntou: 'Como isto funciona com pobres, já que antes de carinho eles necessitam de necessidades básicas', entram neste grupo conforme foi exposto: alimento, abrigo e calor'. Muito boa pergunta, pois suscitava na época a necessidade de um trabalho mais minucioso com pessoas de baixa renda. Ledo engano que o pessoal mais necessitado, portanto a maioria dos brasileiros, necessitam de alimento em primeiro lugar. Não, a piramide diz também abrigo, calor. Para não entrar em desamparo e descuido. As politicas públicas se desenvolveram, e muito foi acrescentado depois daquela noite dos anos 70. Hoje o cuidado engloba nao só alimento e abrigo, mas também calor humano. Com o tempo percebeu-se também de forma veemente que o calor humano auxilia a tirar pessoas do coma, a aumentar a imunidade de pessoas portadoras de doenças auto imunes, cancer, e atualmente é medicamento também.
Tocar e ser tocado, ouvir e ser ouvido, ser gentil, agradecer, respeitar e cuidar. Antes de mais nada. Antes mesmo de ler a piramide acima.

terça-feira, março 03, 2009

Psicossoma & Espírito

Devido ao meu interesse por psicossomática, tenho estudado o que se chama de: doenças do espírito. Em um paralelo, seria este uma fonte de energia vital.
Sem esta energia, ou élam vital em medicina, metabolizamos os alimentos de forma inadequada, e os nutrientes se perdem. Com isto chegam as infecções oportunistas e as doenças.
Tratamentos a parte, decidi investigar melhor a questão.
Na busca do google acadêmico encontrei pouca coisa.

Um artigo chamou-me a atenção, para entender na fé o que significa.
Inteire-se do assunto lendo os artigos com o marcador psicossomática.

Breve degustação:

“FILHO DO HOMEM, PÕE-TE EM PÉ, E FALAREI CONTIGO.” (Ezequiel 2.1). Ah, como carecemos de ouvir Deus falar conosco! Em meio a tantas vozes que escutamos a voz de Deus é uma necessidade premente para nós ouvirmos. Contudo, precisamos estar de pé para que Ele fale conosco. O Amigo sabe como está a postura daqueles que lêem esta página neste dia. Como foi o seu final de semana? Esteve de pé e pode ouvir o Senhor falar consigo ou sequer teve ânimo de levantar a cabeça, voltar os olhos para cima a fim de ouvir o que o Amigo tem para falar ao seu coração? O nosso adversário tenta de todas as maneiras nos deixar prostrados, sem forças e sem alento, pois quando estamos nesta situação nossa defesa espiritual fica minada, a ponto de corrermos o risco de ficar doentes.

Clique aqui para ler na íntegra

segunda-feira, fevereiro 09, 2009

Crise afeta a saúde da população

Especialistas alertam sobre a ligação entre os momentos de dificuldades financeiras e o surgimento de doenças




Figura
:
Lifeplus - Qualidade de Vida

domingo, janeiro 11, 2009

(ii) MAU HUMOR


Brrrr... mas que nervoso estou
Brrrr... to neurastenicô
Brrrr...preciso me tratar
Se não eu vou prá Jacarepaguá!


Música famosa nos anos 50, cantada para pessoas mal humoradas nos anos 60. Utilizada em grupos de terapia em momentos de alta ansiedade, despertando insights, risos e mudanças posteriores. Claro que com a devida cobertura psicológica para tal processo.
Um momento impagável e inapagável!

Leia sobre mau humor


Foto de rasesilustradas.blogueisso.com

quarta-feira, dezembro 10, 2008

Dores na coluna


A coluna é o símbolo do equilíbrio auto sustentado. Para lidar com esta questão, além da fisioterapia diversificada que se tem atualmente, adaptável a cada caso, há que se remexer no inconsciente. Este se mostra por palavras, tom de voz, gestos, postura e expressão facial. No caso da coluna vertebral, supõe-se que a pessoa utiliza mal seus próprios recursos de 'estar na vida'. Não é o caso de procurar pontos negativos, e sim de entender com carinho o que esta questão nos ensina.
Nem sempre as pessoas presas a valores, como se poderia supor, podem vir a desenvolver dores na coluna. Nem sempre é necessária a flexibilidade consigo mesma e com o mundo.
Quase sempre, entretanto, teremos de revisar nossa postura perante a vida, a confiança, os suporte e o cuidado conosco.
A má postura é a maior causa de incidentes na coluna.E isto podemos direcionar. Entender que a vida muda, que a gente muda, e posicionar-se frente a mudanças inevitáveis - é uma boa orientação.
Agora, com dor ninguém consegue nada. Assim sugiro que vocês leiam este artigo que coloco como link abaixo, e pratiquem os exercícios recomendados. Não esqueça antes de solicitar a opinião de seu médico especialista. São exercícios testados por pessoas conhecidas.
Clique aqui

sexta-feira, novembro 21, 2008

Imaginação e Psicossomática



Um achado acerca da imaginação e sua utilização na psicoterapia.
Clique aqui

Foto: Dr. Octavio Rivas Solis, um dos primeiros a trabalhar com imaginação na América Latina.

sexta-feira, setembro 12, 2008

Psicossomática

Procurando assunto sobre medo, encontrei um tópico interessante onde se comenta o uso do anti depressivo Pondera, cuja substancia é paroxetina (nome genérico para se pedir ao neuropsiquiatra) . Jornalista, o autor revela sua habilidade e talento ao dissertar sobre o assunto. Também chamou-me a atenção a quantidade de comentários ao tópico, vindos de leitores(as) solicitando esclarecimentos, postando suas dificuldades... Trabalhei com medo, raiva, tristeza e suas correlatas durante mais de 30 anos. A psicossomática é um campo vasto, e temos de ficar atentos as mudanças de humor, pois qualquer uma destas emoções, se desorganizadas, podem levar (eu escrevi - podem) a uma depressão e/ou somatizações (as emoções se refletem no funcionamento do organismo como um todo, e podem se ater a determinado(s) órgão (s) provocando uma manifestação física). Gosto sempre de esclarecer que estes eventos são possibilidades, não certezas (quando se fala em doença é preciso deixar isto bem claro). Outra questão informativa é: Até que ponto a disfunção é psicológica? Recebi muitos pacientes oriundos de várias especialidades médicas ( agradeço a quem confiou a mim estas pessoas) com solicitação de psicoterapia, porque - as alergias, dores de cabeça, dores na coluna, pressão alta, obesidade, anorexia - etc - seriam psicológicas. Acredito que os (as) médicos (as) disseram: 'o fundo destas disfunção é psicológico' e as pessoas entenderam que 'a doença era psicológica'. O mecanismo de adaptação do indivíduo se baseia em cérebro, endocrinologia e mente. Um não é mais importante que o outro, todos os tres interagem de forma harmônica. Se há qualquer alteração em qualquer um dos 3, os outros sofrem, são espaços afins, sincrônicos. Compartilham de uma situação complicada. Este conceito é da Universidade de Harvard (1964, acredito), quando se uniram para estudar o comportamento: um neuropsiquiatra, um psicólogo e um endocrinologista, criando o conceito de Medicina do Comportamento *. Atualmente a medicina é integrativa, e a equipe multidisciplinar. Quem se serve da saúde pública e privada conhece o caminhar entre consultórios de várias especialidades. Com isto chega-se a um diagnóstico certeiro. Certamente por este motivo recebi e encaminhei pacientes - de e para outras - especialidades clínicas da saúde. Buscando sempre a avaliação e acompanhamento compartilhados destas áreas, divergindo, concordando, mas principalmente querendo o diálogo e colaboração.

Clique para ponderar (utilizando o trocadilho do Reporter das Coisas).

Post complementar: o sentido do tempo

Nota
: a menção a universidade de Harvard, e o tripé da adaptação humana veio de discussão clínica com um destes médicos com quem mantenho diálogo clínico desde muitos anos: Dr. Antonio Carlos Giampietro - Campinas - SP.

segunda-feira, agosto 25, 2008

Obesidade e Energia

A notícia acima, sobre a gordura marrom, levou-me a pesquisar o assunto. O desequilíbrio energético faz a pessoa adoecer de várias formas. Energia afeta e muito o comportamento.


O assunto aqui refere-se ao esclarecimento sobre o assunto obesidade, no entanto o maior ganho é a nutrição e qualidade de vida.



Clique para entender o processo

Foto google: blogdojuca.blog.uol.com.br

quinta-feira, março 27, 2008

Psicossomática: afinal o que é?


Fonte:Group of Men, Ireland Design Pics Fotografia RF

Tenho procurado uma forma coerente de explicar as doenças psicossomáticas, e encontrei este artigo no Jornal da Unimed. Importante se ter em conta que existem outros colegas que trabalham as emoções e autoconscientização. Estar em grupo, em uma atividade prazerosa, fortalece o Eu para que compreenda seus conflitos, sem medo e sofrimento.

Com a proposta de estudar a importância dos fatores psicológicos no desenvolvimento das doenças, a medicina psicossomática propõe um novo modelo de atenção à saúde: tratar o doente e não a doença. Para o Prof. Dr. Ojunian (referencia abaixo), por meio da doença as pessoas revelam o que não expressam com as palavras.

“Corpo e mente não se desvinculam. Mais importante do que tratar a doença – o que não pode deixar de ser feito – é interpretar a mente e buscar o equilíbrio psíquico.”, explica Ojunian, Conforme acrescenta, “o físico é reflexo da mente e age de acordo com as influências externas. Corpo, mente e meio ambiente são interligados como numa orquestra”.

O especialista enfatiza que sintomas como dores de cabeça, falta de ar, palpitações, depressão, pânico, hipertensão ou diabetes, entre outros, podem ser gritos de alerta. “Seu corpo pode estar sinalizando que você não suporta mais a sua história de vida. Conflitos emocionais não resolvidos geram doenças. É preciso mudar, tomar atitudes e buscar a alfabetização emocional”.

Ojunian explica que o analfabeto emocional é aquele que só pensa e não toma a decisão de agir. No tratamento, Hector Ojunian utiliza a interatividade em grupo, com o uso da cinematerapia e da biblioterapia. “Nos filmes e livros, a pessoa pode se projetar e aperfeiçoar-se em seu comportamento. Ao discutir os problemas, a pessoa libera as emoções e aprende a gerenciar o stress”.

A adesão ao grupo pode ser feita a qualquer tempo. O participante não precisa se cadastrar ou se identificar. O especialista já desenvolve programas semelhantes, com sucesso há vários anos.

Hector Ojunian é médico cooperado da Unimed Santos, onde atua como clínico geral, mestre em saúde coletiva e especialista em Psiconeuroimunologia. É também professor da UniSantos.
http://www.unimed.com.br/pct/index.jsp?cd_canal=47154&cd_secao=34376&cd_materia=41194"

Citação

Jung: ...A vida nada mais é do que um hiato. O que fazemos dela, o sentido que damos para ela enquanto vivemos importa mais do que qualquer acúmulo de glória e riquezas materiais.