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quarta-feira, outubro 09, 2013

Etiqueta nas redes sociais

A mulher.. e seus parceiros na vida profissional - criam laços na maioria das vezes proveitosos e de crescimento. Tenho visto grupos de palestrantes crescendo, é belo ver colegas se sobressaindo. No facebook, talvez a rede mais utilizada no Brasil para network são tantos os convites de cursos técnicos e de motivação. Conheço pessoalmente algumas das facilitadoras e facilitadores. As comunidades de saúde auxiliam muito também no apoio aos que sofrem dor e/ou efeitos de doenças.
Claro que e também um local para encontrar antigos amigos ou conhecidos.Contam suas noticias, suas fotos, as vezes de forma pública, pessoas que nunca tiveram uma forma de mostrarem seus talentos, ou desenvolveram novos afazeres e se esmeram nas publicações.
Confesso que tenho muitos amigos, por estar na net há décadas, e também por ter amigos de amigos. Não tenho perfil público nas redes sociais, embora poste algumas noticias de forma pública.

Psicólogos devem tomar cuidado com postagens, pois existe um código de ética em funcionamento.  

Há algumas regras de conduta também nas redes sociais. O relacionamento é relacionamento, mesmo mediado por computador. Busque noticias a respeito, seja elegante nas redes e focado se tiver pagina de venda. Boa sorte!









segunda-feira, outubro 15, 2012

"Mestre, só seria como tu se tivesse sido tu"

Considero Mestre aquela pessoa que de alguma forma instiga o eu de alguém a se reposicionar. Aparecem estas luzes terrenas em determinados momentos da caminhada.
Mais tarde nos lembramos destas pessoas independente de sexo, cor, raça, status. São como determinantes de mudança e algumas vezes de transformação.
Neste dia do Professor, agradeço a todos(as) que partilharam dos meus estudos neste papel, gente amorosa, dedicada, esforçada e crítica. Sou afeita as pessoas exigentes, que continuamente me afirmaram na direção correta. Aos de ontem, de hoje, de sempre, um brinde.



MestreMestre, meu mestre querido, 
Coração do meu corpo intelectual e inteiro! 
Vida da origem da minha inspiração! 
Mestre, que é feito de ti nesta forma de vida? 

Não cuidaste se morrerias, se viverias, nem de ti nem de nada, 
Alma abstracta e visual até aos ossos. 
Atenção maravilhosa ao mundo exterior sempre múltiplo, 
Refúgio das saudades de todos os deuses antigos, 
Espírito humano da terra materna, 
Flor acima do dilúvio da inteligência subjectiva... 

Mestre, meu mestre! 
Na angústia sensacionalista de todos os dias sentidos, 
Na mágoa quotidiana das matemáticas de ser, 
Eu, escrevo de tudo como um pó de todos os ventos, 
Ergo as mãos para ti, que estás longe, tão longe de mim! 

Meu mestre e meu guia! 
A quem nenhuma coisa feriu, nem doeu, nem perturbou, 
Seguro como um sol fazendo o seu dia involuntariamente, 
Natural como um dia mostrando tudo, 
Meu mestre, meu coração não aprendeu a tua serenidade. 
Meu coração não aprendeu nada. 
Meu coração não é nada, 
Meu coração está perdido. 

Mestre, só seria como tu se tivesse sido tu. 
Que triste seria como tu se tivesse sido tu. 
Que triste a grande hora alegre em que primeiro te ouvi! 
Depois tudo é cansaço neste mundo subjectivado, 
Tudo é esforço neste mundo onde se querem coisas, 
Tudo é mentira neste mundo onde se pensam coisas, 
Tudo é outra coisa neste mundo onde tudo se sente. 
Depois, tenho sido como um mendigo deixado ao relento 
Pela indiferença de toda a vila. 
Depois, tenho sido como as ervas arrancadas, 
Deixadas aos molhos em alinhamentos sem sentido. 
Depois, tenho sido eu, sim eu, por minha desgraça, 
E eu por minha desgraça, não sou eu nem outro nem ninguém. 
Depois, mas porque é que ensinaste a clareza da vista, 
Se não me podias ensinar a ter alma com que a ver clara? 
Porque é que me chamaste para o alto dos montes 
Se eu, criança das cidades do vale, não sabia respirar? 
Porque é que me deste a tua alma se eu não sabia que fazer dela
Como quem está carregado de ouro num deserto, 
Ou canta com voz divina entre ruínas? 
Porque é que me acordaste para a sensação e a nova alma, 
Se eu não saberei sentir, se a minha alma é de sempre a minha? 

Prouvera ao Deus ignoto que eu ficasse sempre aquele 
Poeta decadente, estupidamente pretensioso, 
Que poderia ao menos vir a agradar, 
E não surgisse em mim a pavorosa ciência de ver. 
Para que me tornaste eu? Deixasses-me ser humano! 

Feliz o homem marçano, 
Que tem a sua tarefa quotidiana normal, tão leve ainda que pesada, 
Que tem a sua vida usual, 
Para quem o prazer é prazer e o recreio é recreio, 
Que dorme sono, 
Que come comida, 
Que bebe bebida, e por isso tem alegria. 

A calma que tinhas, deste-ma, e foi-me inquietação. 
Libertaste-me, mas o destino humano é ser escravo. 
Acordaste-me, mas o sentido de ser humano é dormir. 

Álvaro de Campos, in "Poemas" 
Heterónimo de Fernando Pessoa

quarta-feira, março 14, 2012

Introduzindo a Dislexia

Atualizando meus estudos, achei importante compartilhar

Clique

quinta-feira, dezembro 08, 2011

Profissão: a escolha


Esta pergunta invariavelmente nos é dirigida na infancia. A gente responde com profissões do momento. Só que estas escolhas são realmente engendradas aos 14 anos, quando o rol de profissões e sua especificidade mudaram. Há que se respeitar algumas coisas:

1. Qual o seu desejo? 2. Você tem as habilidades para isto? 3. Você tem condições financeiras para realizar seu desejo? 4. Quais as condiçoes do mercado de trabalho? 5. Você está preparado(a) para enfrentar desafios?

FATOS

Os jovens começam a trabalhar mais cedo, por vontade e/ou necessidade. Isto é desejável, visto que ir atrás do seu sustento é necessario ao processo de crescimento pessoal. Observam-se que pessoas que passaram por sofrimentos e desafios são mais providos afetiva e intelectualmete, e mostram mais dinamismo nas entrevistas e exames. Sabem se relacionar no meio de trabalho, e os cursos só estenderão mais estes aspectos internos.Em pesqusas na universidade ou empresas há dados importantes que mostram a diferença entre jovens que estão no mercado de trabalho desde o meio da adolescencia e aqueles que nunca trabalharam. Ainda assim pais e mães pagam os estudos do filho ou filha até o final da universidade, o que é uma pena.
Universidade é uma possibilidade para quem já tem um interesse definido, assim irá estudar consciente deseus desejos e interesses profissionais. Jovens que fazem o colegial e vão direto para o estudo universitário não estão preparados, e correm o risco de perderem a chance de se adestrarem no mercado de trabalho.Foi-se o tempo em que a faculdade preparava o adulto jovem. Não preparava e não prepara. Sem desafios não se cresce. Tem que trabalhar e provar suas habilidades já constituídas desde a infancia. O fto de cursar universidade não é garantia de emprego certo.
As empresas estão dando importancia a estágiarios portanto estágio em uma empresa que possa ter interesse em você é fundamental. Lá você descobrirá mais acerca do seu potencial, interesses, o que auxiliará na escolha de seu futuro profissional.

Concluindo:
 Um curso técnico profissionalizante é uma grande opção, ao invés do colegial. As pessoas já podem desenvolver projetos na escola, trabalhar e ter mais condições de elaborar um plano de vida profissional.

Pode vir a ganhar seu sustento antes de pensar na sua vocação, que é uma palavra inglória nos dias de baixo poder aquisitivo e no mundo competitivo atual.
Se necessitar, busque um(a) psicólogo(a) para definir suas áreas de interesse e sua capacitação. 
As perguntas do início precisam serem respondidas ao seu tempo. Não há pressa para ser um gênio em sua profissão.Além do que a vida é muito mais que sucesso profissional.

Escute, leia, se servir guarde, senão jogue ao vento.








segunda-feira, maio 02, 2011

Reflexão: luta antimanicomial

Em andanças pelos grupos dos quais participo, deparei-me com um artigo interessante sobre o processo de des-hospitalização de doentes psiquiatricos. Importante reativar a discussão que nasceu nos fins dos anos 50, da 3a. onda da psicologia, onde estavam presentes os líderes do momento, tais como Laing (autor de O Eu Dividido), Julian Beck ( Living Theatre), gestaltistas, psicólogos e psiquiatras que se dedicavam (ou se dedicam) à terapia centrada na pessoa e psicologia fenomenologica. Também jornalistas que acreditavam que o ser humano pode conviver com a sociedade, independente de alguma variável diferente.Foi quando também se voltou a atenção para a alimentação natural.
Existem no Brasil comunidades de doentes mentais mantidas por hospitais, que com patrocinios e ajuda de familias e suas proprias enfermeiras conseguem administrar casas que contem de 2 a 8 ex pacientes. Um exemplo e oa Clínica Américo Bairral no interior de São Paulo. Existem também os Hospitais-Dia, da rede particular que é uma tentativa de não internar.
O Conselho Federal de Psicologia participa da  'luta antimanicomial'. Sou tambem partidária, desde que alguns assutnos sejam resolvidos na prática.
A questão e:
Como re-socializar . A logistica é dificil, e acredito ser o primeiro recurso necessário - nao se tem os recursos necessários do governo. Além disto há que se educar a familia em 'como lidar com seu parente', e mudar uma mentalidade familiar e historico-social. É mais fácil para as familias sem recursos (e também as com recursos) deixar que a medicina cuide do caso - e na maioria dos casos, esta evita internações e muito. Digo fácil principalmente em termos emocionais - é muito triste e confuso para a familia presenciar um episódio de sofrimento mental de um dos integrantes da familia.
A des-hospitalização consiste também em grande investimento emocional por parte do ex paciente, e dos hospitais que necessitariam de um programa a ser efetuado antes da saida destas pessoas.

Enfim, coisa para países mais desenvolvidos. Ainda é mais importante a educação e informação do brasileiro que poderá então lidar com situações tumultuadas de forma mais racional.

segunda-feira, setembro 13, 2010

Educação Informal

Assisti hoje a tarde a esta palestra através de um sistema (livestream). Insiro o link.
É imperdível. Trata da informalidade necessária aos vínculos em um espaço de aprendizagem, tais como: curiosidade, desejo, etc. Alguns conceitos já foram examinados por educadores conceituados. A novidade está na forma da proposta, e na atualização da aprendizagem humana.

http://livestre.am/nkuv

segunda-feira, novembro 03, 2008

domingo, setembro 07, 2008

7 de Setembro de 1822 (e 2008 )

Neste 7 de setembro meu coração balança. Vejo a desolação da falta de valores, ensaio um Castro Alves, leio pela blogosfera, e retorno ao poeta baiano, patriota, guerreiro, que conclamava os jovens a amarem seu país em um tempo em que florescia a esperança. Doces tempos pré republicanos, quando a 'nata' da cultura transpirava renovação.

100 anos após esta poesia, eu desfilava nas ruas de Piracicaba, ao som da fanfarra do Sud Mennucci, com a roupa de gala... alguns anos depois, o desfile do 7 de setembro valia uma noite sem dormir. Justamente no ano em que levei a Bandeira Paulista, tinha ido ao baile da Pátria... mas fiz bonito!

Nosso Hino da Independencia

Música D. Pedro I (1798/1834)
Letra Evaristo da Veiga (1799/1837)

Ao dia sete de setembro


Mancebos, que sois a esperança
Do majestoso Brasil;
Mancebos, que inda tão tenros
Sabeis de louro gentil
Adornar o pátrio dia,
Nosso dia senhoril!


Eis que assomou sobre os montes
Além, sobre a antiga serra,
Entre mil nuvens de rosa,
O dia de nossa terra;
Aquele que para a Pátria
Milhões de glórias encerra.


Foi hoje que o Lusitano,
Que o filho de além do mar,
Despertou com forte brado
A Pátria que era a sonhar,
Que nem sequer escutava
A liberdade a expirar.


E o brado: — "Livres ou mortos"
Lá nos bosques retumbou;
E mais contente o Ipiranga
As suas águas rolou;
E o eco d'alta montanha
Todo o Brasil ecoou.


E as montanhas lá do Sul,
E as montanhas lá do Norte,
Repetiram em seus cumes:
Sempre ser livres ou morte...
E lá na luta renhida
Cada qual luta mais forte.


Sim, nos combates que, ousados,
Travaram cem contra mil,
O mancebo que nascera
Sob este azul céu de anil,
Forte como um Bonaparte,
Batia o forte fuzil.


E cada qual no combate
Ao ribombar do canhão
Queria à custa da vida
Dar à Pátria salvação,
Vingar a terra natal
D'aviltante servidão.


Eia, pois, flores da Pátria,
Esp'rançosa mocidade!
Que os Andradas e os Machados
Do alto da Eternidade
Contentes vos abençoam
No dia da Liberdade.

Bahia, Ginásio Baiano, 7 de setembro de 1861.

Ref.: http://www.revista.agulha.nom.br/calves22.html

quarta-feira, janeiro 23, 2008

Ao Mestre Com Carinho


Hoje, ao verificar a notícia do falecimento do meu estimado professor, não pude deixar de prestar uma pequena homenagem póstuma, e deixar minha estima à família enlutada.
Era um mês de março, com o friozinho se instalando, quando eu fui conhecer meu futuro orientador. Deliciosos anos juvenis, 1974-77, na antiga Pós de Psicologia da ainda Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas). Meu trabalho seria um estudo psicodiagnóstico de crianças das Escolas Municipais de Campinas, para verificar a incidência da Disfunção Cerebral Mínima (hoje TDAh). Precisava de um orientador que fosse versado no tema, e felizmente Dr. Mauricio Knobel estava lá como docente.
Meu novo orientador indicou-me então muitos livros para o embasamento teórico. Como haviam poucos no Brasil, emprestou-me alguns textos, outros me deu cópias, muito dinâmico e conhecedor.
Lembrei-me que já o tinha visto, em um primeiro congresso no qual participei, ainda como aluna do 5° ano, no Rio de Janeiro (1972). Neste congresso Dr. Knobel introduzia aos brasileiros o Dr. Eduardo Kalina, na época o maior especialista em psicanálise de adolescentes. Eu me considerava já analista de comportamento, então era 'sui-generis' minha participação neste congresso. Entretanto sempre quis conhecer mais e mais, e cheguei até lá com minhas queridas amigas: Betinha,Maria, Tânia (que me lembro...). Foi uma experiência inenarráve. O professor Knobel, era o convidado de honra, já que sua chegada ao Brasil foi muito festejada, como um ícone que era da psicanálise e da academia.Estávamos orgulhosas também porque nossa professora de TTP estava lá como uma das organizadoras, prof. Regina Maria L. Lopes Carvalho. Que a vida me traria de presente 26 anos depois como orientadora no meu segundo mestrado, na mesma Universidade.
Dr. Knobel viajava bastante enquanto foi nosso professor nos idos de 1975-76, sem deixar seus orientandos, e minha dissertação chegou ao final.O fato inglório é que foram tantos dados que os processadores na época não tinham como colocar símbolos para a linguagem de computador. Infelizmente não foi defendida minha tese, não houve como tabular os dados.
Tive contato mais tarde com a prof. Clara Knobel, como professora de TEP na PUCC, disciplina a qual ministrávamos juntas. Criou-se uma amizade entre nós, e sempre que a encontrei senti muita alegria e confôrto.
Gosto de deixar gravado acontecimentos que mostram que uma simples passagem na vida de alguém pode deixar lembranças por toda uma vida. Fique com Deus, professor!

Obs. Rosa: foto de Jorge Soares:
http://sol.sapo.pt/photos/central/picture39171.aspx

domingo, dezembro 16, 2007

APRENDER A SER FELICES - PSICOLOGIA - REDES

Quando se pensa em felicidade ouvem-se frases que nos fazem pensar que ela é mais um conceito filosófico do que uma possibilidade. Não é verdade. Este vídeo ensina que ela é uma responsabilidade nossa, desde que optemos por ela.
Assista atentamente e aprenda. Mais que isto, integre as ações ao seu cotidiano. São conceitos de Seligman, acerca do Otimismo Aprendido. Empenhe-se, afinal não é tão difícil!

domingo, novembro 25, 2007

Por que entramos pela porta dos fundos

Publicado na revista Tesseract - ISSN 1519-2415

Rachel Moreno*

Tarzã, o homem das selvas, voltou para a terra das sacerdotisas sagradas, e trouxe consigo o progresso. A pedra lascada, a arma de longo alcance, a divisão entre a caça, a coleta e o cuidar da prole.
Lilith foi substituída por Eva, no imaginário do desejo de Adão, e veio a serpente, que trouxe Pandora, que levou ao pecado original... ao salvador, ao príncipe encantado, ao homem das pedras, ao sapo, à força, à violência... “Eu tenho a força!”..
Daí nasceram e se desenvolveram Débora, Raquel, Ester, Maria, Madalena... ah, Madalena!... Chorou, feito Maria Madalena... Daí nasceu Maria, Fátima, e finalmente Amélia – a que “era mulher de verdade”. E tome modelo ideal! Mas ideal para quem?

Mas como o desenvolvimento é desigual e combinado, depois de Amélia, com uma pequena mas significativa mutação, surgiu Amália, que chamou Joana, a francesa... e que de D’Arc em diante resultou em Olympe de Gouges, que teve a brilhante idéia de redigir e defender a Declaração dos Direitos das Mulheres, em pleno clima de Liberté, Égualité, Fraternité... Desnecessário dizer que morreu no cadafalso – igualdade, sim, mas não tanto!
A coisa, de fato nunca foi fácil e exigiu medidas drásticas para readquirirmos um mínimo de direitos e consideração. Não deve ter sido nada fácil ver a derrocada dos símbolos e ícones que sinalizavam a nossa força, soterrados sob signos alternativos que confundiam as pegadas e a compreensão.
Assim foi quando a rebeldia de Lilith, que se mandou para o deserto brincar com as almas inacabadas, revoltada ante a insistência de Adão na repetição da posição papai-mamãe (e tudo em que isto implica), e foi transformada pelo Livro Sagrado em ameaça às mulheres - quando ela volta a aparecer só para seduzir o noivo na noite de núpcias, ou para roubar os recém-nascidos. Assim aconteceu quando as sacerdotisas sagradas foram reduzidas à condição contemporânea de prostitutas. Assim foi quando as tábuas da lei foram entregues a Moisés, bem no monte onde antes se cultuava a Lua, divindade feminina, aos pés do qual ele se indignou ao ver o povo celebrando o bezerro de ouro (filho da vaca – um nos nomes da deusa).
Às vezes, algum resquício emerge por sob os escombros, a sinalizar – “aqui, as coisas foram diferentes” ou “aqui não foi sem luta que as mulheres perderam o poder”. Como no caso das Amazonas, que se apartaram dos homens, com quem se relacionavam apenas para procriar.
Teríamos muitos capítulos a redigir para dar conta destes relatos que nos chegam hoje como mitos. Assim como muitos mais para relatar o que a História não pode ocultar (já que a História é a versão dos vencedores) – a luta das mulheres pelo direito à educação (século XVII?), a luta das sufragistas pelo direito ao voto, no século XIX.

No mercado de trabalho

Trabalhar? Nós, mulheres, sempre trabalhamos. De sol a sol; e a lua – Isis, deusa da noite – passou a também ter que ser produtiva, mesmo que fosse “tão somente” do chamado “repouso do guerreiro”.
Fixação à terra, propriedade. Vencidos e vencedores; servos e castelões; excluídos e “in”, patrões, des/empregados, folgados, vagabundos, revoltados, inocentes, ingênuos, cúmplices. O trem e a linha. A máquina e a habilidade motora fina (e desvalorizada). A linha de produção. A separação do lugar da produção e da reprodução, da produção de mercadoria e da reposição da vida, do trabalho e do sagrado, do amor e do dinheiro, da produção e do usufruto, do consumo e da consciência, do tesão e do prazer e do dever e da produtividade.
A mulher entrou, por baixo. Por baixo na cama, cabisbaixa na rua, pela porta dos fundos no assim chamado mundo do “trabalho”. Pedindo licença para provar o seu valor, para mostra que sabe fazer, que pode ganhar para viver, produzir riqueza, clima, alegria, beleza. Talvez até prazer – no trabalho, talvez? Como trabalho, quem sabe? Dá trabalho, sempre!
Ainda me lembro, na época da construção do metrô, em São Paulo, quando os homens acorreram seduzidos pelo salário maior e direito ao alojamento, abandonando a varrição das ruas. Foi quando a Veja Sopave decidiu, segundo entrevista que me foi concedida por um diretor, “dar uma chance às mulheres”. E, se por 1,90 dinheiros, já não conseguiam homens, passaram a contratar mulheres por... 1,80. E, felizes da vida, se davam conta da responsabilidade destas para com o trabalho: varriam melhor, não ficavam tomando pinga no bar da esquina, não gastavam tempo “cantando” as empregadas das casas por onde passavam – enfim, rendiam mais e trabalhavam melhor.

E assim, mais mulheres chegaram ao mercado de trabalho. Num primeiro momento, nas tarefas similares às que desempenhavam em casa – professora, enfermeira, varredora, bordadeira, para além da linha de produção. Depois, também em outras tarefas e funções que passavam a ser mais mal remuneradas com a sua entrada.
No início, a fábrica exigia a comprovação mensal da menstruação – não queriam ter que pagar o salário e estabilidade-maternidade – e distribuíam chapinhas para controlar o tempo e freqüência das idas ao banheiro. Depois, amenizaram este controle ostensivo que gerou reações das mulheres em suas categorias profissionais organizadas.
E fomos entrando no mercado de trabalho, em duas levas: as mulheres jovens, assim que pudessem ou logo que se formassem, e as mulheres um pouco mais velhas, depois de terem cuidado dos primeiros anos de seus filhos.
Havia quem dissesse que, pelo fato de sermos mais responsáveis com os filhos, tendemos a faltar mais ao trabalho quando o filho está doente, ou quando há algum problema sério em casa. As estatísticas, porém, hoje mostram que somos as mais assíduas ao trabalho – provavelmente falta-se mais por ressaca do que por assistência ao filho doente.
Mas continuamos ganhando menos pelo mesmo trabalho.
Fomos todas estudar, o mais que pudéssemos. Hoje, as mulheres brasileiras têm mais anos de estudo do que os homens, o que também se reflete no trabalho.

Hoje, as habilidades incorporadas a partir da mudança do taylorismo para o toyotismo, enquanto modo de produção, valorizam a participação mais plena dos trabalhadores em benefício do trabalho. E, cada vez mais, as mulheres trazem para o mundo do trabalho, uma série de habilidades e talentos que desenvolveram alhures e que provam a sua importância no mercado de trabalho – a capacidade de ouvir, de lidar com a diferença, de trabalhar e promover o trabalho em equipe etc.
O que rendem estas capacidades adicionais? Não há interesse em medir, embora se saiba de seu valor para o empregador. E para o trabalhador e a trabalhadora? Nada...
E assim, porque entrou timidamente pedindo licença para provar a sua capacidade de produção, a mulher foi se dedicando mais e mais, em detrimento da qualidade de sua vida e do tempo dedicado à vida familiar. A jornada doméstica continua sendo predominantemente nossa, mesmo que consigamos dar conta dela concentrando-a num número menor de horas de trabalho adicional e não remunerado.

Os homens mudam

Para concorrer com estas colegas mais cuidadas, coloridas, perfumadas, produtivas e munidas de mais talentos, os homens passaram a se produzir mais.
Barriguinha lisa, malhação, tintura de cabelo, operações plásticas, cremes anti-rugas, toda a parafernália que nos tortura passou a ser vista como uma arma a não ser desprezada pelos homens – para a grande alegria da indústria cosmética e estética.
Cada vez mais mulheres chefiando a família também sinaliza a não-reestruturação do casal ante os novos papéis e importâncias. Sofrido, acabrunhado, falta ao homem o espaço de repouso do guerreiro... Este espaço que a mulher lhe propiciava, este espaço que nunca existiu para a mulher, esta guerreira...
Outros homens se acomodam melhor. Há os que dividem até o trabalho doméstico. No Brasil, dizem que hoje, eles se responsabilizam, em média, por 10% do trabalho doméstico.
Novos tempos, novas e velhas necessidades
Hoje o desenvolvimento tecnológico chegou a um estágio que nos permite pensar na redução da jornada de trabalho – para que todos tenham a ele acesso, e para que todos possam partilhar do trabalho e do prazer representados pelo trabalho doméstico e pelo cuidado da prole.

Mas, porque entramos pela porta dos fundos, não inscrevemos na pauta de reivindicações dos trabalhadores organizados a jornada doméstica. Poucas de nós estão na frente da luta pela redução da jornada de trabalho. Falamos, em nossas manifestações internacionais, da necessidade de se aumentar o salário mínimo, mas nós mesmas esquecemos de exigir a equiparação salarial (a trabalho igual, salário igual).
Ao invés de transformar o mundo do trabalho, de modo a humanizá-lo e torná-lo mais inclusivo e contemplador da diversidade, corremos o risco de aumentar o seu nível de exigência (em termos de formação, participação e produtividade) e de lucratividade (já que paga salários menores), que o aumento de participação de mão de obra feminina lhe propicia, sem contemplação ou dó para com as nossas necessidades gerais e especificas (afetivo-domésticas). Piorando o equilíbrio do ponto de vista do trabalhador, bem na contramão do que sempre desejamos.

Não está na hora de retomarmos esta discussão, que ficou pelo meio do caminho? Não seria esta a hora de juntar os homens e as mulheres nesta discussão?

Rachel Moreno é uma das mulheres que mais conhece a condição da mulher. Trabalha em cidadania há muitos anos e tem se tornado um ícone em estudos de gênero e inclusão social.

sábado, outubro 20, 2007

Psicologia a portas fechadas?




Photo by Mr. Scratch



A Psicologia enfrenta o desafio da Web, assunto que já está sendo pesquisado pelo Conselho Federal de Psicologia desta nova possibilidade de orientação e / ou tratamento.
Outra questão que assusta o profissional são os direitos autorais sobre textos e publicações. O problema não é só ver nossos textos copiados, e sim o futuro da nossa profissão. Como preparar os(as) alunos(as)de psicologia para as novas tendências do mercado? Como nos 'reformarmos'?
Está sendo muito interessante este século!

Orientações Básicas para pessoas que buscam artigos na net.
Exemplo: abra a foto acima, e entre no Flickr (sistema de fotos compartilhadas). Aí as fotos têm vários tipos de licenças. Por exemplo, o autor acima permite o uso da foto desde que lhe sejam dados os créditos. Por isto, existe o link para os eu material. No Slideshare, que compartilha vídeos e slides, o autor também tem a opção de colocar seu tipo de proteção.
Ao traduzir o texto abaixo, fui até sua origem, que é a Associação Internacional de Psicologia (APA), portanto é necessário colocar esta origem e o nome do autor do texto, se vc. utilizar o link. Evidente que as licenças comumente são para fins não comerciais. Não sei como a APA pensa desta divulgação, já que fica fácil uma pessoa copiar e colocar como autoria sua. Falta de ética não ter o consentimento do autor e da associação onde está o artigo. Quando a associação está mencionada no artigo, o divulgador ou tradutor necessita pedir autorização diretamente se o fim for comercial.

Examine http://pt.shvoong.com

Blog cadastrado no Rec6

sábado, maio 06, 2006

Experiências dos últimos tempos


Quase dois anos depois, estou a falar do Orkut. Aprendi muito lá. Meu último interesse apareceu como consequencia de uma mudança de hábitos de vida. Depois de 2 anos em sedentarismo desenvolvi hérnia de disco e artrose. Com o sedentarismo ganhei peso, e hoje vejo que esta foi a causa primeira das dores. Depois de ter feito hidroterapia e RPG, amparada por neurologista, psicoterapia, ortopedista e reumatologista, mais a endocrinologista (tiroidite) decidi fazer meus próprios exercícios na água, combinando bom senso, mecânica e treinamento de movimentos (sou especialista em terapia pelo Movimento e Dança também, ex bailarina e ex atleta ). Durante o verão aprendi que primeiro se relaxa a coluna. Depois se anda na água e se estica). Decidi fazer esteira bem devagarzinho, porque não tenho piscina coberta no clube. Faz um mês já e fiquei contente, tipo de levantar de bom humor. Minha dieta vai bem, já estou na 3a. fase. Não sinto dor. Depois posto sobre a dieta, mas vou deixar o link do orkut aqui por enquanto, buscando ajudar pessoas que têm problemas semelhantes ao que tive. http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=153945&tid=2421315854966444727 para quem tem orkut.
No final, publiquei este estudo em http://www.geocities.com/noelizalima/depressao e procure o link 'Esta tireoide'. . Está muito bom, dê uma olhada. Depois comente aqui.


*[Nos meus textos os substantivos em masculino ou feminino independem de sexo e genero; é somente uma questão gramatical]

Nestas horas a psicóloga pensa - foi o movimento correto que me ajudou, não a psicologia. Mudei de consultório também, e isto foi um empurrão para tudo. Tudo está relacionado, corpo, mente, emoções, vida de relação e a vontade de viver bem. Viver em é uma decisão pessoal, é livre arbítrio. E livre arbítrio ... há que se construir.

LIBRE? LIBRE MARIPOSA

Cecílio Kermann meu guru de
AT dizia: 'Miedo y Culpa son los rebusques más destructivos que alguno puede tener'. Depois, Mimi, minha querida amiga e cabelereira disse: 'Haaaa, eu não sinto medo. Tiro isto da minha vida fácil'. Hoje concordo sim. Para ser autonomo(a) tem-se que esquecer a culpa e o medo. Mas a culpa é mais grave, devido a intensidade com que é aprendida e disseminada. Culpa é a borda da compaixão. O amor entre homem e mulher tem um lastrinho de culpa. A gente nunca sabe se o 'engolir sapo' é um ato de compaixão, de culpa, de medo, de pena, ou de boa convivência. Freud escreveu que excessivo altruísmo e narcisismo se parecem. Fazer muito pelo outro, ou mais do que seus 50% faz com que se adquira uma cota extra no céu, segundo a religião, mas pode também fazer nosso inferno em vida. Temos de estar atentos e fortes, como na música (Caetano e Gil??)
'As mulheres são tarefeiras e cuidadoras' segundo Mary Castro em Reengendrando o Feminismo. Sem dúvida. Na minha tese encontrei ocorrencia de doenças entre as mulheres a cidadania. Mulheres altruístas. Pode chegar a co-dependencia, mas este é outro assunto. Aqui falo de como as pessoas desconsideram a si mesmas através do medo e da culpa.

MEDO, CULPA E SUBORNO

Deixamos que outros nos manipulem por medo, culpa ou suborno. Mas ninguém é capaz de forçar alguém a 'se vender' (meio forte a palavra) a se sentir medroso ou culpado.
Digamos assim: sentimos uma necessidade de agradar alguém, ajudar alguém, a ser agradável, a se sentir responsável pelo outro, a se sentir em dívida. E então buscamos satisfazer o outro ou a outra. A vida é feita de pequenas solicitações que se combinam: o quieto e a expansiva, o ruim e o bom, dualismos que coexistem bem, porque um tem o que falta ao outro.

Veja o restante de manipulação em 7/novembro - continuei depois.

Gostou? Envie...

sábado, abril 03, 2004

Psicologia Comunitária

A psicologia Comunitária atende a duas vertentes:
1. A social, que se refere ao trabalho em cidadania, direitos de gênero (para quem não sabe: papéis sócio culturais homem-mulher), idosos, sem teto, crianças, adolescentes, etc. Não são organizações formais em algumas vezes, como os grupos de multiplicadores (que ensinam os direitos das pessoas enquanto cidadãos - direito a vida, saúde, educação, moradia, renda, etc.
2. A institucional: escolas da rede pública, menores em instituições, postos de saúde, ONGs, Fundações.
Foi o que a classe para quem eu fui dar aula - aprendeu com o professor - e penso estar correto. Foi legal, porque minha parte estava mais relacionada com a social.

O Golpe 64

REVOLUÇÃO DE 31/03/1964

http://www.youtube.com/watch?v=143x4czNM08


Estou achando a maior badalação a atenção que se dá ao aniversário do golpe. Uma coisa meio 'elegia a dor' baseando-se em um momento da história bastante importante, que trouxe uma mobilização enorme aos brasileiros da época, principalmente os da classe média e/ou intelectuais. A classe média se juntou e deu dinheiro para 'o bem do Brasil'. Eram patriotas e tinham valores estabelecidos, mas eram médio burgueses.
Na época eu tinha 15 anos, e tinha um pai aberto e corajoso que me explicou o que estava havendo. Eu morava em Rio Claro, interior de SP. Soube então o que era estado de sítio, qual a atitude a tomar: sair com documentos, o melhor era não sair, etc. Meu pessoal considerava o Jânio um irresponsável por ter abandonado o povo, a mercê do Jango, outro fraco. Assim a entrada dos militares, para quem não tinha ninguém (o Brasil ficou de repente um país sem Pai ) era melhor que nada. Tinha um certo 'ar europeu' para minha juventude já bem intelectualizada. Aos 18, em outra cidade, fazia faculdade e já era representante estudantil. Fui revolucionária. Era prá ter sido presa, pois tinha sido escolhida para ir ao famoso congresso de Ibiúna, dos representantes de DCEs. Não fui, e foi outra em meu lugar. Era muito pesado para meu pai ver sua filha única zanzando em passeatas, e eu não quiz ir. Admirava prá chuchu os líderes estudantis, achava correto o que fazia e ainda acho. Só que temos que lembrar uma coisa. Muitos líderes obtinham favores para disseminar o comunismo no Brasil. Eram alguns deles carismáticos, e super treinados em guerrilhas. Tive amigos mortos, torturados, sumidos. Escondi documentos importantes e perigosos no meu pensionato, etc. Orgulho-me de ter lutado para que a educação brasileira não caísse em mãos do tio Sam,através do acordo MEC-USAID. Lembro-me muito bem de ter ido a reuniões escondidas em uma paróquia aqui, levar a palavra da revolução a trabalhadores. Pelo menos na paróquia onde ia ninguém queria saber de se envolver. Minha geração cresceu em plena liberdade. Os livros proibidos - eu os li naquela época, inclusive os que falavam de sexo (tb. eram proibidos). Foi nos anos 60 no Brasil que as meninas tiveram filhos antes de casar, e foram algumas abandonadas pelas famílias. Foi a 1a. geração de meninas a usar absorvente, pílula, a falar que tinha cólica e a querer exame ginecológico ainda virgem.Estudávamos, gostávamos de teatro, Carlos Drummond, Cecília Meirelles e sabíamos tudo do modernismo. Os meninos eram extremamente interessantes, liam muito, sabiam das coisas. Claro que existiam 'cabeças ocas' ou 'boko mokos'. Escrevo tudo isto para lembrar que nunca fomos tolos e esta coisa de tentar dignificar Jango e outros mais é uma mentira. O povo odiou Jango. E durante a ditadura, mesmo a maioria não tendo sido presa, minha geração estava presente. Penso que com golpe ou sem golpe, teríamos de toda maneira lutado pelos direitos humanos. Não faço 'elegia ao golpe', mas também não choro tanto assim. As vezes é necessário que alguém assuma, e ninguém queria assumir nosso país. Hoje não haveria golpe, porque o país descambou tanto, que nem militar quer esta bomba - administrar esta fonte de riqueza (para terceiros, não para o povo) em meio a tanta corrupção, do mais digno que existe em um grupo, que é a ética. É hora de buscar de alguma maneira quebrar esta cadeia de favores, de jeitinhos, de 'dá lá toma cá'. A maneira que vejo é trabalhar com cidadania, no sentido de informar, dar consciência as pessoas acerca de seus direitos. A situação social hoje está bem pior do que em 64. Temos um presidente que é forte, não estamos abandonados, mas o problema agora está nas raízes da sociedade narcisista, do consumismo exacerbado. E é a classe média que ainda compra esta idéia. Não é só um problema de rico querer conservar seu capital, mas desta oprimida classe média ser médio burguesa mesmo, e comprar valores indignos do ser humano.

terça-feira, dezembro 03, 2002

O autor Antonio Severino instrui o seguinte para
Seminario:
Na semana anterior ao seminário vc. deve passar
um resumo do que vai apresentar as pessoas que vão
assistir ao seu seminário. Após o resumo coloque
até 3 perguntas para reflexão e discussão. É
necessário constar as referencias bibliográficas do
teu seminário. No dia do seminário a apresentação
é de 15 a 20', e depois se concentram na
discussão das perguntas passadas na semana anterior. O
fechamento da discussão é dado pelo apresentador
e/ou equipe do seminário. O livro de Severino se
não me engano é Introdução a Metodologia
Científica, e tem tudo em relação a seminários e
monografias, incluindo como escrevê-los: fichamento de
textos, capa, referencias, etc.

Citação

Jung: ...A vida nada mais é do que um hiato. O que fazemos dela, o sentido que damos para ela enquanto vivemos importa mais do que qualquer acúmulo de glória e riquezas materiais.