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quarta-feira, outubro 27, 2010

Psicopatia e sociopatia

Em meados dos anos 70 considerava-se a psicopatia como doença. Era (e é) um tipo de transtorno de caráter no qual a pessoa praticacomportamentos ofensivos ou abusivos a outra pessoa, desprezando qualquer regra de ética, moral e/ou organização legalmente constituída. Quando reconhecidos os sintomas, eram medicados, e na maioria das vezes encaminhados para hospitais psiquiátricos. Com o desenvolvimento da medicina e estudos sociais, configurou-se de forma mais clara, e com a observação, também a sociopatia.
Para ler a respeito, há um artigo de um médico muito conceituado sobre este assunto, que  auxilia o(a) leitor(a)  a reconhecer se está em presença de um a pessoa sofredora ou de uma personalidade psicopata.

Antes disto, necessito chamar a atenção para alguns fatos também interessantes do ponto de vista social e de relacionamento afetivo.
Na nossa sociedade consumista onde se enfatiza o poder do dinheiro (por necessidade e/ou por compulsão) percebemos pessoas que cometem atos ilegais ou abusivos, comumente chamados de 171 (devido ao n° da lei no judiciário, comumente conhecida como estelionato). Tráfico, estelionato, roubo, são práticas sociopatas. Referem-se estes atos também a formação de grupos que buscam conseguir as coisas a qualquer preço, assim tornam-se quadrilhas.
Tenho para mim que tais elementos não se encontram ao acaso, e sim possuem as crenças comuns aos psicopatas, sem o que não se uniriam. Então, psicopata e sociopata são um filão meio parecido e compartilham muitas vezes nossos tetos, nossas escolas, nossos alunos, nossas instituições, quaisquer que sejam.
Em termos de relacionamento afetivo, abusam os menos informados, assediam moral e fisicamente as pessoas,  são tidas como pessoas problemáticas, e as pessoas de boa índole buscam ajuda-las - sem saber que estão sendo cúmplices.
Acontece com frequencia em casamentos, onde se gera o circulo vicioso da violencia física e moral, e o engano é tanto que há a tendencia do perdão por parte do injuriado, por achar que tem o poder mágico de ajudar o suposto 'doente'. Há inclusive casos de ocorrencia de um fenomeno chamado 'síndrome de Estocolmo', em que a mulher fica a mercê do abusador, por sua própria carencia e responsab ilidade. São muitos os modos de se 'ser doente'. A lei nestes casos ajuda pouco, pois há ainda a tendência de se achar que a mulher é vítima mas também é cúmplice, e as penas continuam a serem mínimas.
Em um grupo terapêutico, destroem o grupo, portanto há que se ter muito cuidado ao montar o grupo. Nestes casos tendem a se colocar como vítimas do(a) terapeuta e enrolarem os participantes com fofocas.Claro que a força de união como terapeuta pode vencer, mas sugiro que se tire o(a) psicopata do grupo antes que faça danos maiores.

Atualmente a medicina e o jurídico sabe reconhecer este tipo de personalidade, assim se vc. for mulher e se sentir nesta situação, peça ajuda as advogadas e orientadoras de algum SOS Mulher perto de sua casa. Se não tiver,vá a Delegacia da Mulher que orientam.
Não tem cura, a única cura é o afastamento, que pelo menos você não se envolve, e nem envolve a quem você ama.
Quanto a sociopatia, temos de esperar pela justiça. É tão grande esta classe, que se necessita provar a ocorrencia, e punir de verdade.


Não deixe de ler - informe-se aqui neste link




O caso de Patrica Hearst - Síndrome de Estocolmo

Noeliza
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Citação

Jung: ...A vida nada mais é do que um hiato. O que fazemos dela, o sentido que damos para ela enquanto vivemos importa mais do que qualquer acúmulo de glória e riquezas materiais.